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DOENÇAS QUE EU TRATO

Ansiedade
Gastroenterologia

Dra. Bruna Medina é médica cirurgiã (CRM/SP 177317), com atuação voltada para a gastroenterologia. Seu trabalho se destaca pelo atendimento ético, técnico e profundamente humano, acolhendo pacientes que enfrentam questões digestivas com escuta ativa, clareza e sensibilidade.

Proctologia
Depressao

Com sólida formação e experiência hospitalar, a Dra. Bruna conduz avaliações clínicas e cirúrgicas de forma precisa, mas sem perder de vista o cuidado individualizado. Seu perfil é ideal para pacientes adultos que buscam um olhar mais completo — especialmente aqueles que adiam o cuidado por medo, vergonha ou experiências anteriores negativas.

Hemorroidas

As hemorroidas são veias dilatadas e inflamadas que se formam na região anal e do reto. Elas podem ser internas, quando estão dentro do canal anal, ou externas, quando ficam na borda do ânus. Os sintomas mais comuns incluem dor, coceira, inchaço, sangramento ao evacuar e sensação de peso na região.
Diversos fatores contribuem para o aparecimento das hemorroidas, como esforço excessivo ao evacuar, prisão de ventre crônica, sedentarismo, obesidade, gravidez e dieta pobre em fibras.
O tratamento pode variar de medidas simples, como aumentar a ingestão de fibras e líquidos, até procedimentos médicos, incluindo cirurgias nos casos mais avançados. O diagnóstico precoce e a orientação médica adequada são fundamentais para aliviar os sintomas e evitar complicações.

Dispepsia

A dispepsia, popularmente chamada de má digestão, é caracterizada por dor ou desconforto na parte superior do abdome. Pode vir acompanhada de sintomas como azia, náusea, sensação de estufamento, gases e queimação. Muitas vezes está relacionada a hábitos alimentares inadequados, excesso de café, álcool, alimentos gordurosos ou até mesmo ao estresse.
Existem dois tipos principais de dispepsia: a funcional, quando não há alterações visíveis em exames, e a orgânica, associada a doenças como gastrite, úlcera ou refluxo.
O tratamento depende da causa, mas pode incluir mudanças no estilo de vida, uso de medicamentos que controlam a acidez gástrica e orientações específicas para cada paciente. É importante procurar avaliação médica para descartar doenças mais graves, especialmente se os sintomas forem persistentes.

Câncer de Intestino

O câncer de intestino, também chamado de câncer colorretal, é um dos tumores mais comuns e que mais causam mortes no mundo. Ele geralmente se inicia a partir de pólipos — pequenas lesões benignas no revestimento do intestino — que podem, com o tempo, se transformar em câncer.
Os sintomas incluem alteração no hábito intestinal (diarreia ou constipação), sangue ou muco nas fezes, dor abdominal, emagrecimento sem causa aparente e anemia. No entanto, em fases iniciais, a doença pode ser silenciosa, o que torna os exames preventivos essenciais.
A colonoscopia é o principal exame para diagnóstico precoce, permitindo a identificação e remoção de pólipos antes que evoluam. O tratamento pode envolver cirurgia, quimioterapia e radioterapia, dependendo do estágio da doença.
Adotar uma dieta rica em fibras, praticar atividades físicas e evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool são medidas importantes de prevenção. Quanto mais cedo o câncer de intestino for diagnosticado, maiores são as chances de cura.

Hérnia Umbilical

A hérnia umbilical ocorre quando uma parte do intestino ou tecido gorduroso ultrapassa a parede abdominal na região do umbigo. Essa condição pode se manifestar em recém-nascidos, crianças e também em adultos. O sintoma mais evidente é a presença de um abaulamento na região umbilical, que pode aumentar de tamanho ao tossir, fazer esforço ou levantar peso.
Na maioria dos casos em crianças pequenas, a hérnia umbilical pode fechar sozinha até os 4 ou 5 anos de idade. Já nos adultos, o problema tende a persistir e até aumentar, sendo comum causar dor, desconforto e risco de complicações como o encarceramento da alça intestinal.
O tratamento definitivo é cirúrgico, por meio da hernioplastia, procedimento que corrige a abertura na parede abdominal e evita que o intestino volte a sair pelo orifício.
É fundamental procurar avaliação médica sempre que houver dor intensa, náusea, vômito ou endurecimento da região, pois podem indicar complicações graves que exigem atendimento imediato.

Hérnia Inguinal

A hérnia inguinal acontece quando parte do intestino ou tecido abdominal atravessa a musculatura da região da virilha, formando um abaulamento visível e palpável. É o tipo mais comum de hérnia abdominal, podendo afetar homens e mulheres, embora seja mais frequente no sexo masculino.
Os sintomas incluem dor ou desconforto na virilha, principalmente ao levantar peso, tossir ou ficar em pé por longos períodos. Em alguns casos, o abaulamento pode desaparecer quando a pessoa se deita, mas tende a reaparecer com o esforço físico.
Embora muitas vezes não cause complicações imediatas, a hérnia inguinal não se resolve sozinha e pode aumentar com o tempo. O risco mais sério é o encarceramento, quando o intestino fica preso, ou a estrangulação, quando há comprometimento da circulação sanguínea — situações que exigem cirurgia de urgência.
O tratamento definitivo é sempre cirúrgico, por meio da hernioplastia, que pode ser feita por técnica aberta ou laparoscópica, dependendo de cada caso. A cirurgia corrige a falha na parede abdominal, aliviando os sintomas e prevenindo complicações.

Colelitíase

A colelitíase é a presença de cálculos (pedras) na vesícula biliar, órgão responsável por armazenar a bile. Esses cálculos se formam a partir do acúmulo de colesterol, pigmentos biliares e sais, podendo variar em número e tamanho.
Muitas pessoas podem ter colelitíase sem apresentar sintomas, descoberta apenas em exames de rotina. Porém, quando as pedras obstruem a saída da bile, surgem dores intensas no abdome superior direito, conhecidas como cólica biliar, além de náusea, vômito e má digestão após refeições gordurosas.
As principais complicações incluem colecistite (inflamação da vesícula), pancreatite e obstrução das vias biliares, que podem ser graves e necessitam de tratamento imediato.
O tratamento definitivo costuma ser a cirurgia de retirada da vesícula (colecistectomia), geralmente realizada por videolaparoscopia, um procedimento seguro e com recuperação rápida.
Manter hábitos saudáveis, controlar o peso e evitar excesso de gorduras na alimentação são medidas importantes para reduzir o risco de formação de cálculos.

Diverticulite

A diverticulite é a inflamação ou infecção dos divertículos, pequenas bolsas que se formam na parede do intestino grosso. Esses divertículos são comuns em pessoas acima dos 40 anos e, na maioria dos casos, não causam sintomas (condição chamada de diverticulose).
Quando ocorre inflamação, o paciente pode apresentar dor abdominal, principalmente no lado esquerdo, febre, alteração do hábito intestinal, náusea e até presença de sangue nas fezes.
Os fatores de risco incluem dieta pobre em fibras, obesidade, sedentarismo e envelhecimento. Nos casos leves, o tratamento pode ser feito com antibióticos, dieta líquida e repouso intestinal. Já nos casos graves, pode haver necessidade de internação e até cirurgia.
As complicações mais sérias incluem abscessos, perfuração intestinal e peritonite, que representam risco à vida e exigem intervenção médica imediata.
Uma alimentação rica em fibras, hidratação adequada e atividade física regular ajudam a prevenir novos episódios.

Refluxo Gastroesofágico

O refluxo gastroesofágico ocorre quando o conteúdo ácido do estômago retorna para o esôfago, provocando sintomas incômodos. O mais comum é a azia, aquela sensação de queimação no peito, mas também pode causar regurgitação, tosse crônica, dor de garganta e dificuldade para engolir.
Entre os fatores de risco estão obesidade, tabagismo, consumo excessivo de café, álcool, comidas gordurosas e hábitos como deitar logo após as refeições. Embora muitas vezes seja benigno, o refluxo pode causar complicações, como esofagite, úlceras e até aumentar o risco de câncer de esôfago em casos graves e prolongados.
O diagnóstico é feito a partir da avaliação clínica, podendo incluir exames como endoscopia e pHmetria esofágica.
O tratamento envolve mudanças no estilo de vida — perda de peso, evitar refeições volumosas, elevar a cabeceira da cama — e uso de medicamentos que reduzem a acidez. Em situações refratárias, pode ser indicada cirurgia.
Buscar avaliação médica é fundamental para controlar os sintomas e prevenir complicações.

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Dra. Bruna Medina

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